terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Adolescente publica fotos no Facebook e chama a atenção de assaltantes


     Um adolescente de 16 anos planejou um assalto à casa de outro jovem após ter acesso a fotos de viagens da família e equipamentos eletrônicos que a vítima publicava na rede social Facebook. Os dois estudavam na mesma escola. 

      O roubo, que teve a participação de dois adultos, aconteceu em um apartamento de classe média da zona oeste de São Paulo, na noite de 29 de novembro. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.

      Os adultos usaram uma chave furtada dias antes pelo jovem para entrar no apartamento. De acordo com a polícia, os assaltantes renderam quatro pessoas e levaram joias, aparelhos de telefone celular, relógios, eletroeletrônicos e R$ 370.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Você curte alta tecnologia? Conheça o CarrierIQ: de olho no seu celular, e sem sua permissão!

                
                           
      Um desenvolvedor americano, chamado Trevor Eckhart, provou que você não precisa de nada instalado erroneamente em seu smartphone para que seus dados possam sair em uma lista completa do que você fez a cada ação praticada. Segundo ele, há um programa chamado CarrierIQ instalado tanto em Androids, iOS e até nos BlackBerry e Nokias, que faz o trabalho de criar uma lista enorme de tudo que você faz.

     Esta não é a primeira vez que Eckhart avisa ao mundo que há um olho gigantesco anotando tudo que você faz no celular, já que em outubro deste ano ele fez um vídeo provando que este aplicativo existe e que ele funciona recolhendo uma série de informações sem sua permissão. Na época a empresa responsável pelo app, de mesmo nome, tentou processar o rapaz, o que apenas serviu para que sua ira aumentasse. 

domingo, 13 de novembro de 2011

Conclusões “científicas”



Toda teoria tem um “corpo”, uma metafísica de fundo. Muitas delas não possuem consistências epistêmicas, com imensas falhas estruturais. Na verdade, nenhuma teoria científica é perfeita ou completa: elas são verossímeis. O grau de verossimilhança é que valida a teoria. Esta deve explicar os fenômenos com um grau de precisão apreciável e, sobretudo fazer projeções o mais próximo possível da realidade. 

Até que surja uma teoria melhor, a anterior deve permanecer. Como numa competição, as teorias mais “aptas” tendem a “sobreviver”, pois é a mais bem adaptada, ao passo que a menos adaptada é suprimida. Nessa quebra de braço teórica, a seleção natural faz com que a “mais forte” sobreviva. Esse é o enredo que foi utilizado por Karl Popper, que aproveitando os moldes da teoria da Evolução, empregou-a no modo como sobrevivem as teorias.

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